Formação da Mentalidade Antártica: Rumo aos 40 anos do Brasil no Continente.

Palestrantes

AMYR KLINK

Economista formado pela USP e pós-graduado em Administração pelo Mackenzie. Seus desafios começam na construção dos seus barcos e no planejamento de suas viagens.
Iniciou suas viagens em 1984 quando realizou a primeira travessia solitária do Atlântico Sul a remo, da Namíbia a Salvador.
Em 1989, sozinho, ele passou um inverno inteiro a bordo de um pequeno veleiro - o Paratii - na Península Antártica. Da Antártica seguiu para o Ártico, cruzando os dois círculos polares da Terra numa mesma viagem. Navegou 27 mil milhas em 642 dias.
Navegou com o Paratii ao redor da Antártica, em 1998, completando a primeira circum-navegação do Continente Antártico. Em 2005, a bordo do Paratii2, circum-navegou a Antártica novamente, sem escalas e com tripulação. Desde 2006, passou a contar também com sua família como parte da sua tripulação, em viagens polares.

CECÍLIA AMENÁBAR

É graduada em Ciências Biológicas, doutora e pós-doutora em Ciências Geológicas pela Universidade de Buenos Aires (UBA). Dedicando-se à Paleopalinologia, iniciou suas atividades antárticas em 2007. Chefe do Departamento de Paleontologia da Coordenação de Ciências da Terra e Pesquisadora Assistente do CONICET, é curadora do Repositório Antártico de Coleções Paleontológicas e Geológicas do Instituto Antártico Argentino e participa do Grupo de Ação do Patrimônio Geológico e Geoconservação do Comitê Científico de Pesquisas Antárticas (SCAR).

DOUGLAS RIFF (Chair)

Professor Associado do Instituto de Biologia (INBIO) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Curador do Museu de Biodiversidade do Cerrado (INBIO/UFU) e Coordenador do Laboratório de Paleontologia do INBIO/UFU. Licenciado e Bacharel em Ciências Biológicas pelo Instituto de Biologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Zoólogo e Paleontólogo pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Dedica-se à paleontologia de vertebrados mesozoicos e cenozoicos com ênfase em osteologia e filogenia de répteis, à busca por fósseis no Brasil e na Antártica e ao ensino do tema. Descreveu e nomeou várias espécies de crocodilos fósseis: Acresuchus pachytemporalis (2019), Mourasuchus pattersoni (2017), Pepesuchus deiseae (2011), Caryonosuchus pricei (2011), Gryposuchus croizati (2008), Purussaurus mirandai (2006) e Stratiotosuchus maxhechti (2001).

ERLI COSTA

Atualmente é Pró-Reitora de Extensão e Professora Adjunta da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. É Docente Permanente do Programa de Pós-Graduação Mestrado Profissional do Instituto de Bioquímica Médica (IBqM) da UFRJ, onde orienta 3 alunos e do Mestrado Profissional em Ambiente e Sustentabilidade, UERGS, São Francisco de Paula, orientando três estudantes e co-orientadora de uma estudante. Foi coordenadora de Pesquisa, na Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UERGS, pelo período de janeiro de 2015 a novembro de 2018. Foi pesquisadora visitante do Laboratório de Radioisótopos Eduardo Penna Franca onde em 2013 realizou estágio pós-doutoral em Biofísica. Finalizou o doutorado em Ciências - Ecologia em 2012 e o mestrado (2008) em Ecologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi bolsista Pesquisadora visitante (CNPq) no Laboratório de Ecologia de Aves e comportamental da UERJ e do Laboratório Eduardo Penna Franca da UFRJ (2013-2014). Entre 2012-2013 foi vice-presidente internacional da APECS internacional, sendo responsável pela fundação da APECS-Brasil, da qual foi presidente até 07/02/2016. É membro do Conselho Nacional representando a área de Ecologia e Biologia Terrestre, e Coordenadora de projetos da Associação. Graduada em Biologia, licenciatura plena, em 2004 pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos. É revisora dos periódicos Brazilian Journal of Oceanography, Biodiversidade Pampeana, Check List, Antarctic Science, Polar Biology e Oecologia Australis (Brasiliensis). Tem experiência na área de Ecologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Ornitologia, Ecologia do estresse (Stress Ecology), aves marinhas da Antártica, aves costeiras, contaminação ambiental, etologia, Educação e difusão da ciência. Em 2014 participou como convidada do 1st Antarctic & Southern Ocean Science Horizon Scan organizado pelo Scientific Committee on Antarctic Research que reuniu 75 pesquisadores considerados destaque na Ciência Antártica e do Oceano Austral, sendo que apenas dois brasileiros.

FRANCYNE ELIAS-PIERA

Mestre em Oceanografia Biológica pela Universidade de São Paulo e Doutora em Ciência Ambiental pela Universitat Autònoma de Barcelona. Desde o ano 2000 pesquisa os invertebrados da Antártica e já participou em 5 Expedições com o Brasil e a Coréia ficando nas Estações de Pesquisa ou embarcada nos Navios Polares. Viveu na Coréia do Sul por dois anos, sendo a única latina a trabalhar como pesquisadora do Instituto de Pesquisa Polar Coreano (KOPRI). Hoje em dia é Pós-doutoranda da Universidade de São Paulo.
A Dra. Fran é fundadora do Instituto Gelo na Bagagem, a primeira plataforma de entretenimento antártico com site, canal no Youtube e Instagram e desde 2010, incentiva a formação de novos pesquisadores antárticos no Brasil, México e Chile através de palestras e cursos, presenciais e online. Já proferiu palestras científicas na Espanha, na Nova Zelândia, nos Estados Unidos, na Malásia e na Coréia e essa sua experiência internacional tem empoderado muitas meninas e mulheres.

GRACIÉLE CUNHA ALVES DE MENEZES

 

Doutora em Microbiologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2019). Mestre em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Pampa (2014) e Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Pampa (2010). Atualmente realiza estágio Pós-Doutoral no Departamento de Microbiologia da Universidade Federal de Minas Gerais, vinculado ao Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR). Atual presidente da diretoria executiva da Associação de Pesquisadores em Início de Carreira para o Mar e os Pólos (APECS-Brasil). Possui experiência na área de Microbiologia com ênfase em Micologia, atuando principalmente nas linhas de pesquisa de taxonomia, biologia molecular, diversidade e bioprospecção fungos extremófilos; também desenvolve trabalhos para a popularização e divulgação científica.

JEFFERSON C. SIMÕES

 

Vice-Pró-Reitor de Pesquisa da UFRGS, professor titular de Glaciologia e Geografia Polar da UFRGS, membro titular da Academia Brasileira de Ciências e Comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico, é o pioneiro da ciência glaciológica no Brasil e atualmente é Vice-Presidente do Scientific Committee on Antarctic Research/Conselho Internacional de Ciências (SCAR/ISC). Ele obteve seu PhD pelo Scott Polar Research Institute, University of Cambridge, Inglaterra, em 1990. É pós-doutor pelo Laboratoire de Glaciologie et Géophysique de lEnvironnement (LGGE) du CNRS/França e pelo Climate Change Institute (CCI), University of Maine, EUA. Leciona e orienta alunos de graduação e pós-graduação em Geociências e Geografia (39 dissertações de mestrado e 20 teses de doutorado aprovadas). Toda sua carreira foi dedicada às Regiões Polares, tendo publicado 185 artigos, principalmente sobre processos criosféricos. Pesquisador do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR). É consultor ad-hoc da National Science Foundation - NSF (Office of Polar Programs). Simões já participou de 25 expedições científicas às duas regiões polares, criou o Centro Polar e Climático da UFRGS, a instituição que lidera no Brasil a pesquisa sobre a neve e o gelo. Ele coordena a participação brasileira nas investigações de testemunhos de gelo antárticos e andinos e faz parte do comitê gestor da iniciativa International Partnerships in Ice Core Sciences (IPICS). Em 2007 recebeu o Prêmio Pesquisador Destaque da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS) por sua contribuição à pesquisa antártica. Atualmente é o coordenador-geral do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia da Criosfera (INCT da Criosfera) e professor colaborador do CCI/University of Maine, Orono, EUA. No verão de 2011/2012 liderou a expedição que instalou o laboratório científico latino-americano mais ao sul do Planeta, o módulo Criosfera 1 (84°S, 79,5°W).

JÔ MORAES

 

Maria do Socorro Jô Moraes, ex-deputada Jô Moraes – exerceu mandatos parlamentares por 22 anos, tendo sido vereadora de Belo Horizonte, deputada estadual e Deputada federal por Minas Gerais, durante 3 mandatos.

Foi presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados e também presidente da Comissão de Controle da Atividade de Inteligência, em 2015. Foi Vice-Presidente da Frente Parlamentar Pró-Antártica, tendo visitado a Estação Comandante Ferraz, em 2010, antes do incêndio. Foi líder da bancada do PCdoB, em 2008. 

Eleita Coordenadora da Bancada Feminina conduziu importantes campanhas em defesa dos direitos da Mulher. Autora de dois livros sobre a luta das mulheres foi a primeira presidente da União Brasileira de Mulheres. É da Comissão Política Nacional do PCdoB. Com formação de Assistente Social, tem 2 filhos e 74 anos.

A militância política teve início no movimento estudantil secundarista, ainda no seu Estado natal, a Paraíba. Em 1969 foi atingida pelo Decreto 477 que proibia lideranças estudantis de continuar seus estudos acadêmicos. Na ocasião, presidia o Diretório Acadêmico da Faculdade de Serviço Social da Universidade Federal da Paraíba. Na durante a ditadura, Jô Moraes foi presa duas vezes e condenada à revelia pela Justiça Militar. Viveu 10 anos na clandestinidade, até o advento da anistia.

LEONARDO STEIL

 

Possui graduação em Bacharelado em Química pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (1998), mestrado em Química pela Universidade Federal de Santa Catarina (2001) e doutorado em Química pela Universidade Estadual de Campinas (2006). Realizou pós-doutorado na Universidade Estadual de Campinas. Desde 2008 é docente na Universidade Federaldo ABC, vinculado aos cursos de graduação de Bacharelado em Ciência e Tecnologia, Bacharelado em Química e Licenciatura em Química, credenciado como docente permanente no Programa de Pós-Graduação em Ensino e História das Ciências e da Matemática. Na UFABC atuou como Coordenador dos Laboratórios Didáticos Úmidos, Coordenador Geral dos Bacharelados Interdisciplinares, Coordenador do Bacharelado em Ciência e Tecnologia, Pró-reitor Adjunto de Graduação e atualmente é Pró-reitor de Extensão e Cultura, além de Coordenador Geral da Escola Preparatória da UFABC. Tem experiência na área de Química e Educação, com ênfase em Ensino de Química e Ensino Superior, atuando principalmente nos seguintes temas: acesso ao nível superior, formação superior, currículo, educação rizomática e interdisciplinaridade.

LUIZ ROSA

 

Doutor em Microbiologia (com ênfase em Micologia). Pós-Doutorado no exterior no Natural Products Utilization Research Unit do United States Department of Agriculture (NPURU-USDA-USA). Professor Associado III do Departamento de Microbiologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Orientador do quadro permanente em nível de Especialização, Mestrado Profissional (CAPES 3), Mestrado Acadêmico e Doutorado pelos Programas de Pós-Graduação em Microbiologia (CAPES 7) da UFMG. Orientador do quadro permanente do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da UFOP (CAPES 4). Pesquisador CNPq 1B. Membro da Sociedade Brasileira de Microbiologia. Linha geral de pesquisa: Sistemática e Bioprospecção de Fungos. Possui experiência em estudos de fungos presentes em diferentes ecossistemas tropicais do Brasil (como Cerrado, Campo Rupestre, Mata Atlântica e Amazônia) e Temperados (Patagônia, Atacama, EUA). Atua no Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR) em estudos de taxonomia, diversidade e ecologia de fungos da Antártica e sua utilização em processos biotecnológicos. Coordenador do laboratório temático de Microbiologia Polar do INCT da Criosfera. Chefe do Laboratório de Microbiologia Polar e Conexões Tropicais (MicroPolar) do Departamento de Microbiologia da UFMG.

MARCELO MORALES

 

Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil Carlos Chagas Filho Instituto de Biofísica e Membro do Conselho IUPAB (desde 2009).

Pós-Graduação em Medicina pela Universidade de São Paulo (1995), doutorado em Ciências Biológicas (Biofísica) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998) e Pós-Doutorado no The Johns Hopkins University (2002). Ex-presidente e secretário-geral da Federação Latino-Americana de Biofísica Society (LAFeBS), Ex-presidente e atual secretário-geral da Sociedade Brasileira de Biofísica (Sbbf), Ex-coordenador do Conselho Nacional para o Controle de Experimentação Animal atual (CONCEA), do Ministério da Ciência (MCTI), Ex-presidente da Comissão de Ética com Animais da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Membro do Conselho da União Internacional de Biofísica (IUPAB), Coordenador do americano cartão Latina programa-graduação de Biofísica (POSLATAM), secretário da Federação Brasileira das Sociedades de Biologia Experimental (FESBE), Diretor do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Brasil (CNPq), do Ministério da Ciência. Professor Associado da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com uma linha de investigação centrada na área de Biofísica, com ênfase em Biofísica Celular e Biologia Molecular, e o atual Secretário de Estado de Pesquisa e Formação Científica do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações.

MOACYR ARAUJO

Engenheiro Civil pela Universidade Federal de Pernambuco (1985), com Mestrado em Hidráulica e Saneamento pela Universidade de São Paulo (1991), Especialização (D.E.A. - 1992) e Doutorado (DSc. - 1996) em Physique et Chimie de l´Environnement pelo Institut National Polytechnique de Toulouse, França. Atualmente é Professor Associado do Departamento de Oceanografia (DOCEAN), pesquisador do Centro de Estudos e Ensaios em Risco e Modelagem Ambiental (CEERMA), e vice-reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) (2019-2023). Chefe do DOCEAN/UFPE (2004-2008), Sub-chefe do DOCEAN/UFPE (2012-2016), e Coordenador do CEERMA/UFPE (2014-2019). Atuou em comitês científicos no CNPq e FACEPE. Co-coordenador do Grupo de Trabalho 1 Base Científica das Mudanças Climáticas do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas, e membro de seu Comitê Científico. Coordenador da Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais - Rede CLIMA, e membro de seu Comitê Científico. Membro do Comitê de Ciências do Mar (CCM/SEPED/MCTI). Co-chair do Projeto Prediction and Research Moored Array in the Tropical Atlantic e membro do Scientific Steering Committee (SSC-PIRATA). Membro do Conseil d 'Orientation Stratégique et Scientifique de la Flotte Océanographique Française (COSS-Flotte) (2012-2017). Membro do CLIVAR-Atlantic Research Panel (ARP) of the World Climate Research Programme?s Climate Variability and Predictability (WCRP/CLIVAR) Project (2014-2018). Membro do International Scientific and Technical Advisory Board (ISTAB) do EU Horizon 2020 project AtlantOS: Optimizing and Enhancing the Integrated Atlantic Ocean Observing System (2015-2019). Membro do Conselho Técnico Científico (CTC) do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (CEMADEN). Membro da Academia Pernambucana de Ciências (APC). Membro do Author Team for the Atlantic Ocean Observing System Blueprint (2018-2019). Membro do Author Team for the Tropical Atlantic Observing System - TAOS Review (2018-2019). Co-lider do WP1/CT1 - Large-scale circulation, eddy dynamics, upwelling and mixing of the H2020 TRIATLAS Project (2019-2023). Expert Reviewer do Working Group I (WGI) do IPCC Sixth Assessment Report (AR6) (2020).

MONICA PETTI

Doutora em Oceanografia Biológica (1997) pelo Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IOUSP), onde também concluiu o Mestrado (1990). Possui graduação em Ciências Biológicas pelo Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (1981). Participou de seis Expedições Brasileiras à Antártica entre 1991 e 2015 e de uma Expedição da Coreia do Sul a bordo do quebra-gelo “Araon” (2018). Durante todos esses anos tem trabalhado e publicado artigos sobre ecologia de organismos bentônicos antárticos, com especial atenção ao grupo dos anelídeos poliquetas. Atualmente é bióloga do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo e curadora da Coleção Biológica “Prof. Edmundo F. Nonato do IOUSP” (ColBIO), onde estão depositadas amostras de organismos bentônicos antárticos coletados desde a 1ª Expedição Brasileira, realizada no verão austral de 1982/1983.

ROCHA MARTINS

Contra-Almirante Antonio Cesar da Rocha Martins é natural do Rio de Janeiro (RJ). Foi declarado Guarda-Marinha em 13 de dezembro de 1990. Foi Comandante do Navio Balizador Faroleiro “Nascimento”; Comandante do Navio Hidroceanográfico “Garnier Sampaio”; Instrutor da Academia de Guerra Naval do Equador; Comandante do Corpo de Aspirantes da Escola Naval; Subchefe do Gabinete do Comandante da Marinha e Subchefe de Assuntos Marítimos e Organização do Estado-Maior da Armada..

É o atual Secretário da CIRM (Comissão Interministerial para os Recursos do Mar) e Gerente do PROANTAR (Programa Antártico Brasileiro).

SÍLVIA DOTTA

Docente da UFABC - Universidade Federal do ABC, é doutora em Educação pela FEUSP (2009), mestre em Educação pela FE-Unicamp (2003) e graduada em Comunicação Social pela ECAUSP (1992). Foi membro da Diretoria da APECS-Brasil durante duas gestões, de 2016 a 2020. Faz parte do Conselho do Polar Educatprs Internatiol. Desde 2013, coordena o Programa InterAntar, que reúne projetos de divulgação das ciências antárticas mediada por tecnologias. Desenvolve pesquisas científicas nas seguintes áreas: divulgação científica e mediação da aprendizagem por tecnologias. Sobre os temas polares criou e implementou os seguintes projetos: Curso de extensão a distância Antártica ou Antártida - como inserir as ciências polares no currículo da Educação Básica, PolarCasters - mediação da aprendizagem por meio da produção de vídeos,  jogo digital RPG Expedição Antártica, canal de vídeos Antártica ou Antártida dentre outros. 

TANIA BRITO

Bacharel em Ciências Biológicas pela UNESP - São José do Rio Preto; Ph.D. em Oceanografia pela Universidade de Southampton, Inglaterra; e pós-doutorado em Oceanografia pelo Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo. Foi assessora para assuntos da Antártica e do mar no Ministério da Ciência e Tecnologia. Foi coordenadora do Grupo de Avaliação Ambiental do Programa Antártico Brasileiro no Ministério do Meio Ambiente. Na área internacional, foi delegada brasileira nas Reuniões das Partes Consultivas do Tratado da Antártica (ATCM), durante oito anos, e Vice-Presidente do seu principal corpo consultivo - o Comitê de Proteção Ambiental (CEP). Coordenou o primeiro Standing Group criado pelo CEP para Avaliação de Áreas Protegidas e Especialmente Gerenciadas. Foi Coordenadora da Área Antártica Especialmente Gerenciada da Baía do Almirantado (ASMA Nº 1). Foi membro do Comitê Permanente dos Agentes Ambientais do Conselho de Gerentes de Programas Antárticos Nacionais (AEON-COMNAP); coordenadora do Comitê Científico-Ambiental de Reunião de Administradores de Programas Antárticos Latinoamericanos (RAPAL); Participou de dez expedições antárticas, onde desenvolveu estudos sobre as comunidades bentônicas antárticas, por meio de mergulho autônomo e coleta remota. Foi Diretora de Pesquisa da Fundação UNESCO-HidroEX. Foi Superintendente de Áreas Protegidas do IBRAM - Instituto de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal. Atualmente, é Diretora de Produção do Conhecimento e Inovação do CIRAT - Centro Internacional de Água e Transdisciplinaridade.

VICENTE GOMES

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo (1976), mestrado em Oceanografia (Oceanografia Biológica) pela Universidade de São Paulo (1981), doutorado em Oceanografia (Oceanografia Biológica) pela Universidade de São Paulo (1989) e Livre-Docência (Oceanografia Biológica) pela Universidade de Sâo Paulo (2008). Atualmente é professor associado da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Oceanografia, com ênfase em Oceanografia Biológica, atuando principalmente nos seguintes temas: antártica, metabolismo, toxicidade, bioenergética e ambiente antártico.

VIVIANE VALADARES

Bióloga (UFSCar), Pedagoga, Professora de Ciências da Secretaria Municipal de São Paulo – SP desde 2002. Certificada pelo InterAntar/UFABC no curso de extensão Antártica ou Antártica? Como inserir as ciências polares no currículo da Educação Básica e no curso de extensão Polarcasters - Educar por meio da produção de vídeos. Desenvolve projetos didáticos interdisciplinares sobre Antártica e Oceano Austral com alunos do Ensino Fundamental desde 2017. Promove formação de professores sobre Antártica em parcerias com instituições. Participou do Desafio Oceano na Educação e do I Fórum dos Jovens Embaixadores do Oceano (Maré de Ciência - UNIFESP Baixada Santista). Assessora de Comunicação e Educação Instituto Gelo na Bagagem.

SUPPORT

 

InterAntar é um projeto desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa INTERA, na Universidade Federal do ABC.

Coordenação: Sílvia Dotta : Pesquisadores: Edson Pimentel, Fabiana Nunes, Juliana Braga, Roberta Maia : Colaboradores externos: Nossa rede de colaboradores é extensa e internacional, por isso seus nomes são citados nas produções em que colaboraram.

 Todos os direitos reservados. Contato: convergenciaxxi@gmail.com - Universidade Federal do ABC - Rua Abolição, s/n, bloco L, Lab. 119, CEP 09210-180, Santo André, SP - Brasil

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